Só vos digo uma coisa...
... não há esplanada como ESTA!!!

Haverá melhor que passar o dia de carnaval aqui???
Fugindo do ruído dos que insistem em mascarar-se do que não são, com muito sol, vista sobre o Tejo, musica lounge, boa companhia (presente e ao telefone)???
A resposta é não... NÃO HÁ!!!
And that's it!
Hoje li isto, e fez-me taaaaaanto sentido.
"E sabes no que mais tenho pensado, é nisso,
no significado das rotas,
no que elas têm a ver com tudo isto que te conto,
com o que nos conduz na vida e não sabemos.
Há um mistério nisso. Tu também sabes.
É o maior mistério e não podemos persegui-lo.
Como se nos afastássemos e só pudéssemos esperar e fosse mesmo isso o que está certo."
- Rui Coias -
Make sense to you?
"E sabes no que mais tenho pensado, é nisso, no significado das rotas,
no que elas têm a ver com tudo isto que te conto,
com o que nos conduz na vida e não sabemos.
Há um mistério nisso. Tu também sabes.
É o maior mistério e não podemos persegui-lo.
Como se nos afastássemos e só pudéssemos esperar e fosse mesmo isso o que está certo."
- Rui Coias -
Make sense to you?
Toma lá!
E depois de vários telefonemas, de vários ataques de raiva e das vossas sugestões (thanks V. e M.) a reclamação está feita e enviada! Refilo, reclamo, mas no fim sou uma mole. Tenho pena das pessoas e não extravaso a quem, de direito, devo. Como tal, emancipei-me... Ameaça de rescisão de contrato...ui... Vamos ver no que isto dá! Ladrões...
Talvez...
E quando achamos que a vida, mesmo que atribulada, está a seguir o caminho mais-ou-menos certo, eis que chega um "zum-zum" (vindo quase do espaço) que nos deixa a cabeça a mil... A valorização profissional é óptima, a massagem ao ego também, mas tinha de ser nesta fase??? Tinha??? Todos deviam saber que o meu fraco são as incertezas, as indecisões, a dúvida inerente a qualquer caminho a seguir. E então nesta fase, god!!!!
Quando compro azul, volto no dia seguinte a trocar por cinzento... Confesso... sou uma eterna indecisa e insatisfeita. E apressada talvez... Se em vez de me estar a lamentar e fazer os mil filmes (já feitos) na minha cabeça, esperasse e visse realmente o que o "zum-zum" é afinal... talvez não sofresse tanto por antecipação, não? Talvez tivesse aproveitado as 3horas e meia de sufoco entre um telefonema e outro, e outro, com coisas mais úteis; talvez não stressasse os meus amigos com "talvez" e suposições... talvez isto, talvez aquilo...
Se vivesse mais cada dia, talvez conseguisse aproveitar o hoje e teria menos medo do amanhã, não? Talvez...
Quando compro azul, volto no dia seguinte a trocar por cinzento... Confesso... sou uma eterna indecisa e insatisfeita. E apressada talvez... Se em vez de me estar a lamentar e fazer os mil filmes (já feitos) na minha cabeça, esperasse e visse realmente o que o "zum-zum" é afinal... talvez não sofresse tanto por antecipação, não? Talvez tivesse aproveitado as 3horas e meia de sufoco entre um telefonema e outro, e outro, com coisas mais úteis; talvez não stressasse os meus amigos com "talvez" e suposições... talvez isto, talvez aquilo...
Se vivesse mais cada dia, talvez conseguisse aproveitar o hoje e teria menos medo do amanhã, não? Talvez...
Dizem que a Sagres é "Numarum"...
É de mim, ou ouvi dizer "numarum"???
Contextualização:
Anúncio passado mil vezes em horário nobre, com a expressiva (para não lhe chamar histérica) da Rita Andrade em PORTUGAL!! Não é na Polónia nem na Estónia, é cá mesmo. Vai festejar ser "numarum"... Irra que até o tímpano se me arrepia...
E recordar é viver...
Não tenho tido tempo para actualizar o blog, não por falta de vontade, não por desleixo, mas sim por cansaço. Horas vividas ao limite, trabalho até às tantas, e um sem fim de sentimentos alojados na garganta que fazem com que, mesmo apetecendo, não se consiga ter cabeça para postar o que quer que seja... Hoje talvez consiga...
O fim de semana passado (credo, estou já entrar noutro e faz-me sentido falar do anterior...) foi um cocktail de emoções para mais-tarde-recordar! Já nos temos vindo a habituar aos fins de semana loucos na Verdizela mas este, não sei se pelas características do mesmo ou não, foi especial. Recordar velhos tempos, velhas canções, velhos amigos, aqueles que estão sempre presentes mas que por força das circunstâncias deixamos de partilhar o bom e o mau do dia-a-dia, sei lá... foi tudo especial! Somos os mesmos, mas estamos diferentes... mais genuínos, mais maduros, mais vividos, mas acima de tudo, mais amigos.
Houve tempo para tudo mas imperou a nostalgia, a partilha de vivências, medos, ansiedades e as confissões verdadeiramente sentidas... silêncios que se ouviram a léguas e vozes que soaram baixinho... Senti, por diversas vezes, o coração a apertar, a lágrima a querer fugir, e o desejo de vos querer ter mais perto, sempre mais perto... Foi bom ouvir e recordar tudo, mas talvez não saibas o importante que foi ouvir-te dizer " há sempre surpresas agradáveis... tu tens sido uma delas... és boa pessoa e gosto de ti"... Obrigada miúdo, obrigada pelas turras que demos para chegar a este ponto, obrigada por seres quem és e estares ao lado de quem estás... Obrigada por me deixares mostrar, verdadeiramente, quem sou....
Agora voltamos ao dia-a-dia agitado, cada um para seu lado, mas com o desejo que novos encontros se marquem, que novas ideias se partilhem e que novas confissões se façam...
Neste momento sinto-me só, vocês partiram, estão longe, mas perto é a sensação de vos ter na minha vida, pro bom e pro mau... a todos vós, sim, aos que são especiais na minha existência!
A ti, que serás sempre um pouco mais especial, guardo-te no coração, recordo o teu cheiro e o rasto que deixaste aqui por casa... recordo todas as falas, os bons-dias dados como só tu sabes, o carinho, os abraços e os beijos... Guardo todos os post-its que deixaste espalhados pela casa (escusado será dizer que me levaste ao desespero em cada um, que me fizeste abrir tudo e mais alguma coisa passível de ser aberto, qual criança que procura o brinquedo desejado)... Guardo-te religiosamente comigo e despeço-me (como tu gostas)... com um beijinho (onde tu sabes) acompanhado de um (doloroso) "até já"....
O fim de semana passado (credo, estou já entrar noutro e faz-me sentido falar do anterior...) foi um cocktail de emoções para mais-tarde-recordar! Já nos temos vindo a habituar aos fins de semana loucos na Verdizela mas este, não sei se pelas características do mesmo ou não, foi especial. Recordar velhos tempos, velhas canções, velhos amigos, aqueles que estão sempre presentes mas que por força das circunstâncias deixamos de partilhar o bom e o mau do dia-a-dia, sei lá... foi tudo especial! Somos os mesmos, mas estamos diferentes... mais genuínos, mais maduros, mais vividos, mas acima de tudo, mais amigos.
Houve tempo para tudo mas imperou a nostalgia, a partilha de vivências, medos, ansiedades e as confissões verdadeiramente sentidas... silêncios que se ouviram a léguas e vozes que soaram baixinho... Senti, por diversas vezes, o coração a apertar, a lágrima a querer fugir, e o desejo de vos querer ter mais perto, sempre mais perto... Foi bom ouvir e recordar tudo, mas talvez não saibas o importante que foi ouvir-te dizer " há sempre surpresas agradáveis... tu tens sido uma delas... és boa pessoa e gosto de ti"... Obrigada miúdo, obrigada pelas turras que demos para chegar a este ponto, obrigada por seres quem és e estares ao lado de quem estás... Obrigada por me deixares mostrar, verdadeiramente, quem sou....
Agora voltamos ao dia-a-dia agitado, cada um para seu lado, mas com o desejo que novos encontros se marquem, que novas ideias se partilhem e que novas confissões se façam...
Neste momento sinto-me só, vocês partiram, estão longe, mas perto é a sensação de vos ter na minha vida, pro bom e pro mau... a todos vós, sim, aos que são especiais na minha existência!
A ti, que serás sempre um pouco mais especial, guardo-te no coração, recordo o teu cheiro e o rasto que deixaste aqui por casa... recordo todas as falas, os bons-dias dados como só tu sabes, o carinho, os abraços e os beijos... Guardo todos os post-its que deixaste espalhados pela casa (escusado será dizer que me levaste ao desespero em cada um, que me fizeste abrir tudo e mais alguma coisa passível de ser aberto, qual criança que procura o brinquedo desejado)... Guardo-te religiosamente comigo e despeço-me (como tu gostas)... com um beijinho (onde tu sabes) acompanhado de um (doloroso) "até já"....
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